Já fui a DEZ InterUSP's. E, no ano que vem, vou de novo.
Já fui a 7 Engenharíadas e pretendo ir no ano que vem. Gosto muito da festa de matrícula da Poli e da palestra da atlética pros bixos. O Bichusp é beeem legal, ainda hoje. A corrida de rolimã ainda é um programa semestral.
Sexta passada foi dia de Corso (oficiosamente uma 'reunião no cliente na região do Pacaembu'). O Corso existe há algumas décadas marcando o início do Pauli-Poli, competição entre a nossa Poli e a Paulista de Medicina. Trata-se de uma guerra de fruta podre (que seria jogada fora!), originalmente entre 2 caminhões, que acabavam na porcada, medicina da USP, adversária em comum. Nos últimos anos, o 'confronto' tem como local a Praça Charles Miller, em frente ao Pacaembu (em dia de limpeza pública - mais 'consciência social'! haha)
É uma das poucas coisas que tem que ser feitas antes de morrer.
As pessoas se preparam de verdade. Vale tudo como escudo: tampa de lixo, madeirite, placa de trânsito,... Tem muita estratégia como, por exemplo, jogar vagem pro alto para jogar limão embaixo. Esse ano ainda teve batata e beterraba. São muito duros e com uma vida útil elevada (aguenta mais de 10 arremessos...): deveriam ser proibidos pela convenção de Genebra, segundo o PJ.
O Pânico da Rede TV esteve lá e mostrou a reportagem nesse domingo. Não por acaso, foi a pior audiência da história do Fantástico.
Sou uma criança feliz... haha
terça-feira, 27 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
A resposta 'correta'
Se alguém te perguntar “E aí? Como está a vida?”, a resposta correta é “Putz... Tô trabalhando demais... Correria total. Estressadaço... Tô sugado! Não agüento mais meu trabalho”. Caso contrário, você estará fora de moda!
Trabalho em um grande pólo empresarial de São Paulo. Almoço 3~4 vezes por semana com amigos de empresas que ficam por ali e, com freqüência, encontro meus amigos do banco em que trabalhei. A conversa, invariavelmente, passa pelo trabalho. E, infelizmente, não conheço quem se diz satisfeito com o emprego ou com a qualidade de vida. Pior: até acho que tem gente que gosta do que faz, mas não fala. Ou se faz de coitado ou não quer chamar a atenção: “Se todo mundo reclama, será que eu tô feliz mesmo?”... hehe. Parece que pega mal dizer que está bem; talvez passe a impressão de acomodação e o ‘profissional moderno’ não pode ser relaxado...
Existe um vídeo brilhante no TED (aqui) que fala que nunca foi tão fácil ter uma vida 'boa' e, ao mesmo tempo e meio que paradoxalmente, tanta pressão no emprego.
Não sei se meu mundinho é mais competitivo e exigente ou se são mais casos genéricos de comparação e imitação econômica.
Quanto a mim? “Estou estressado, apanhando no trabalho, dando soco em ponta de faca, sugado...” Estou na moda!
Na minha viagem para o Nordeste em julho, visitei o Beach Park, em Fortaleza. E vivi uma cena marcante, contada pelo meu amigo Daniel. Existe um brinquedo chamado Acquashow, uma espécie de castelo com diversos brinquedos de água: canhões, mangueiras, baldes, moinhos, duchas, calhas... Por mais de 5 minutos, fiquei ‘brincando’ com um moleque de menos de 5 anos, que ficava me ‘atirando’ e eu fingindo que estava sendo acertado... O Daniel só olhando... Depois me disse: “Guarda essa cena para quando você estiver estressado”. E com uma freqüência maior do que a que eu desejava, essa cena vem à minha mente...
Trabalho em um grande pólo empresarial de São Paulo. Almoço 3~4 vezes por semana com amigos de empresas que ficam por ali e, com freqüência, encontro meus amigos do banco em que trabalhei. A conversa, invariavelmente, passa pelo trabalho. E, infelizmente, não conheço quem se diz satisfeito com o emprego ou com a qualidade de vida. Pior: até acho que tem gente que gosta do que faz, mas não fala. Ou se faz de coitado ou não quer chamar a atenção: “Se todo mundo reclama, será que eu tô feliz mesmo?”... hehe. Parece que pega mal dizer que está bem; talvez passe a impressão de acomodação e o ‘profissional moderno’ não pode ser relaxado...
Existe um vídeo brilhante no TED (aqui) que fala que nunca foi tão fácil ter uma vida 'boa' e, ao mesmo tempo e meio que paradoxalmente, tanta pressão no emprego.
Não sei se meu mundinho é mais competitivo e exigente ou se são mais casos genéricos de comparação e imitação econômica.
Quanto a mim? “Estou estressado, apanhando no trabalho, dando soco em ponta de faca, sugado...” Estou na moda!
Na minha viagem para o Nordeste em julho, visitei o Beach Park, em Fortaleza. E vivi uma cena marcante, contada pelo meu amigo Daniel. Existe um brinquedo chamado Acquashow, uma espécie de castelo com diversos brinquedos de água: canhões, mangueiras, baldes, moinhos, duchas, calhas... Por mais de 5 minutos, fiquei ‘brincando’ com um moleque de menos de 5 anos, que ficava me ‘atirando’ e eu fingindo que estava sendo acertado... O Daniel só olhando... Depois me disse: “Guarda essa cena para quando você estiver estressado”. E com uma freqüência maior do que a que eu desejava, essa cena vem à minha mente...
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Nascido para jogar
Depois do destaque em saltos ornamentais, ginástica olímpica, frisbee, futsal (como goleiro),..., chegou a vez do futebol americano (com equipamento!!!) ter o privilégio de ter meu irmão como jogador. Assistam ao vídeo abaixo. Ele é o número 20 do azul. Sem comentários! Monstro!
(Aliás, uma iniciativa bem interessante: campeonato brasileiro de futebol americano.)
(Aliás, uma iniciativa bem interessante: campeonato brasileiro de futebol americano.)
Highlights Torneio Touchdown - São Paulo Storm X Sorocaba Vipers from Leonardo Sardinha on Vimeo.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Frases que marcam
Parênteses para o meu avô.
"Não morreste! Foste à frente de nós preparar um lugar, arrumar toda a casa para que o dia do reencontro tenha sabor de infinito" - lembrança das homenagens póstumas.
"A morte de um ente querido nos interpela: nós, vivos, estamos preparados para morrer e gozar a felicidade plena?" - Padre Celso, na missa do primeiro sufrágio.
"Não morreste! Foste à frente de nós preparar um lugar, arrumar toda a casa para que o dia do reencontro tenha sabor de infinito" - lembrança das homenagens póstumas.
"A morte de um ente querido nos interpela: nós, vivos, estamos preparados para morrer e gozar a felicidade plena?" - Padre Celso, na missa do primeiro sufrágio.
sábado, 15 de agosto de 2009
Vida que vai, vida que vem
Sexta passada, recebi um SMS da minha mãe: "Iupi! Priminha nova no pedaço. Mãe e filha estão bem. Vida que vai, vida que vem". Fiquei tocado. Pelos dois.
Perdi meu avô 3 dias depois.
Maria Clara, priminha querida, seja bem vinda.
Seu Walter, descanse e olhe por nós.
If I Could
Jack Johnson
A brand new baby was born yesterday, just in time
Papa cried, baby cried, said your tears are like mine
I heard some words from a friend on the phone, didn’t sound so good
The doctor gave him two weeks to live
I’d give him more if I could
You know that I would now
If only I could
Down the middle drops one more grain of sand
They say that new life makes losing life easier to understand
Words are kind they help ease the mind, I’ll miss my old friend
And though you’ve got to go we’ll keep a piece of your soul
One goes out, one comes in
You know that I would now
If only I could
Tradução aqui.
Perdi meu avô 3 dias depois.
Maria Clara, priminha querida, seja bem vinda.
Seu Walter, descanse e olhe por nós.
If I Could
Jack Johnson
A brand new baby was born yesterday, just in time
Papa cried, baby cried, said your tears are like mine
I heard some words from a friend on the phone, didn’t sound so good
The doctor gave him two weeks to live
I’d give him more if I could
You know that I would now
If only I could
Down the middle drops one more grain of sand
They say that new life makes losing life easier to understand
Words are kind they help ease the mind, I’ll miss my old friend
And though you’ve got to go we’ll keep a piece of your soul
One goes out, one comes in
You know that I would now
If only I could
Tradução aqui.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Ele está chegando
Imagine que você está à beira mar e vê um navio partindo.
Você fica olhando, enquanto ele vai se afastando, e afastando, cada vez mais longe.
Até que, finalmente, parece ser um ponto no horizonte, lá onde o mar e o céu se encontram.
E você diz: - "Pronto, ele se foi".
Foi onde? Foi a um lugar que a sua vista não alcança, só isto!
Ele continua tão grande, bonito e importante como era quando estava perto de você.
A dimensão diminuida está só com você, não nele.
E naquele exato momento em que você está dizendo que ele se foi, há outros olhos vendo-o aproximar-se, e outras vozes exclamando em júbilo: "Ele está chegando".
De José Celso de Azevedo Júnior, amigo do meu pai.
Você fica olhando, enquanto ele vai se afastando, e afastando, cada vez mais longe.
Até que, finalmente, parece ser um ponto no horizonte, lá onde o mar e o céu se encontram.
E você diz: - "Pronto, ele se foi".
Foi onde? Foi a um lugar que a sua vista não alcança, só isto!
Ele continua tão grande, bonito e importante como era quando estava perto de você.
A dimensão diminuida está só com você, não nele.
E naquele exato momento em que você está dizendo que ele se foi, há outros olhos vendo-o aproximar-se, e outras vozes exclamando em júbilo: "Ele está chegando".
De José Celso de Azevedo Júnior, amigo do meu pai.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Triste é não chorar...
(...)
Sim, nós estamos chorando. Mas não de tristeza.
Triste é não chorar. Triste é não ter com quem chorar, por quem chorar, porque chorar. Triste é ter coração duro para não chorar. Não é o nosso caso.
Vó, fique tranquila. Ele não vai te deixar. A diferença agora é que não precisamos mais falar alto na sua orelha direita. Basta fechar os olhos, falar baixinho... Ele estará nos ouvindo.
(...)
É hora de seguir seus ensinamentos: manter a família unida e cuidar dos vivos. É hora de cuidar da vista, do coração, do intestino; é hora de parar de fumar...
Ele continua nos olhando, pronto para nos zangar e nos amar...
Sim, nós estamos chorando. Mas não de tristeza.
Triste é não chorar. Triste é não ter com quem chorar, por quem chorar, porque chorar. Triste é ter coração duro para não chorar. Não é o nosso caso.
Vó, fique tranquila. Ele não vai te deixar. A diferença agora é que não precisamos mais falar alto na sua orelha direita. Basta fechar os olhos, falar baixinho... Ele estará nos ouvindo.
(...)
É hora de seguir seus ensinamentos: manter a família unida e cuidar dos vivos. É hora de cuidar da vista, do coração, do intestino; é hora de parar de fumar...
Ele continua nos olhando, pronto para nos zangar e nos amar...
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