sábado, 9 de abril de 2016

Igrejas

A partir da Quaresma desse ano, resolvi frequentar uma missa diferente a cada domingo. Vou registrar as fotos aqui.
(O site que me auxilia com endereços e horários é o www.horariodemissa.com.br)

18 de setembro - Paróquia São Bonifácio
R. Humberto I, 298 - Vila Mariana





14 de setembro - Capela Nossa Senhora das Dores, Chácara-MG



04 de setembro - Paróquia Imaculado Coração de Maria / PUC
R. Monte Alegre, 948 - Perdizes




28 de agosto - Nossa Senhora das Angústias
Rua Dr. Rubens Meirelles, 96 - Barra Funda





21 de agosto - Paróquia Assunção de Nossa Senhora
Al Alameda Lorena, 665 - Jardim Paulista




14 de agosto - Paróquia Nossa Senhora Mãe da Igreja
Al Franca, 889 - Jardim Paulista






07 de agosto - Capela de São Mauro
R. Gaspar Fernandes, 170 - Ipiranga




31 de julho - Paróquia de Sant'Ana
R. Regina Badra, 282 - Alto da Boa Vista / Santo Amaro




24 de julho - Sagrada Família
R. Oito de Janeiro, 255 - Penha




17 de julho - Santa Cecília
Largo Santa Cecília, s/n - Santa Cecília




10 de julho - Paróquia de Santa Generosa
Av. Bernardino de Campos, 360 - Vila Mariana





03 de julho - Capela São Vicente de Paulo - Casa Pia
Alameda Barros, 529 - Higienópolis



25 de julho - Paróquia São Pedro e São Paulo
R. Circular do Bosque, 31 - Jardim Guedala






11 de junho - Paróquia Pessoal Francesa de São Francisco de Sales
R. Mairinque, 256 - Vila Clementino



05 de junho - São Luiz Gonzaga
Av. Paulista, 2378 - Cerqueira César






29 de maio - São Sebastião - Chácara, MG




22 de maio - Capela São Pedro e São Paulo
Rua Padre José Griecco, 111 - Cidade Jardim







15 de maio - Paróquia Cristo Rei
Rua Dr. Mário Mourão, 213 - Jardim Aeroporto




08 de maio - Imaculado Coração de Maria
R. Jaguaribe, 735 - Higienópolis



01 de maio - Sagrado Coração de Jesus
Av. Morumbi, 8825 - Cidade Monções



17 de abril - Santíssimo Sacramento
R. Tutóia, 1125



10 de abril - Our Lady Help of Christians
Rua Vigário João de Pontes, 537




03 de abril - Paróquia São Bento
Rua Santo Americo, 357





27 de março - Paróquia Nossa Senhora do Sião
Avenida Dr Gentil de Moura, 151




20 de março - Igreja do Perpétuo Socorro
Rua Honório Líbero, 100




13 de março - Paróquia Nossa Senhora de Lourdes
Alameda dos Piratinins, 679


06 de março - Paróquia Pessoal Chinesa Sagrada Família
Rua Santa Justina, 290


28 de fevereiro - Igreja de São Lourenço
Riviera


21 de fevereiro - Paróquia de Santo Inácio de Loyola
Rua França Pinto, 115



14 de fevereiro - Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe
Rua República do Iraque, 1839






07 de fevereiro - Paróquia de São José
Rua Dinamarca, 32





sábado, 5 de março de 2016

A realidade

Teve textão esses dias dizendo que, "nesses momentos acalorados, devemos ter serenidade para buscar a isenção". Esse é o mal do século. A busca da Verdade foi substituída pela busca da isenção, do equidistante (entre a mentira e a Verdade?), do discurso que agrada o maior número de pessoas ou, basicamente, do que não se compromete com nada, ou seja, um vazio.

O fried soltou mais uma boa pensata sobre isso no twitter:

Seria legal, seria interessante ver o pessoal parar de tentar ser inteligente. Sério: esse negócio de ficar pensando muito profundo deixa ruga em vocês. Você fica fazendo força assim e os músculos da face vão se contraindo até você ficar parecido com o Slot. Além disso, causa uma certa sensação de que você é um gênio: "nossa eu sou perspicaz pra caralho, eu enxergo além do que as pessoas comuns enxergam". Não enxerga, não, meu filho; você é normalzinho como nós também. 99% das análises muito aprofundadas na internet vêm dessa doença de achar que você é capaz de fazer uma análise mais profunda que a patuleia. Porque o intelecto pode ser uma doença também, normalmente quando você o descobre. Assim como quando você descobre o pinto ou a pexereca: “nossa eu tenho um pinto, ninguém tem um pinto como o meu” e fica ali mexendo com ele o dia inteiro. Quando você fica mexendo com o intelecto e achando que foi premiado, você esquece de OLHAR PRO MUNDO. É daí que vem tudo que é tipo de escrotidão, porém a escrotidão das mais perversas (que são as escrotidões cientes de si).  Por ex: “tem que ver o que está ‘por trás’ da prisão do lula” e começa toda uma análise crítica do porquê teriam prendido o lula sendo que a resposta está bem ali à vista, explicada, mostrada, basta abrir os olhos e parar de achar que teu cérebro vai desvelar o que ninguém desvela. Por ex 2: “nossa, o comunismo, tem que analisar porque não deu certo e comparar com suas verdadeiras aspirações que...” sendo que basta você querer enxergar o que aconteceu na realidade pura e simplesmente. Por ex 3: “o estado islâmico: bom, tem que tentar entender porquê eles pensam assim e...”, sendo que basta querer enxergar o que acontece e ver o que eles realmente fazem. Porque não há sustentação teórica que se sobreponha à realidade concreta, assim como não há justificação possível pra um grupo de pessoas que arranca cabeças e mata crianças pisoteadas. Essa é a diferença entre uma pessoa "ANALISAR" a realidade e uma pessoa ENXERGAR a realidade. Toda análise vem EM DETRIMENTO da realidade que está ali, ela é dada, como um presente. Mas que você se nega a ver porque ela é acessível a todos e você não quer ser todos. Você quer ser o cara que "vê além". Isso é uma doença. Sem contar que é chato pra caralho. Pensa assim: a vida real é como você ali esperando pra atravessar a rua. Tem o sinal vermelho e o sinal verde. Você olha o sinal verde e ele SIGNIFICA que você pode atravessar; você olha o sinal vermelho e ele SIGNIFICA que você não pode atravessar. Você não precisa parar e pensar “nossa, mas será que o verde realmente quer dizer o que ele quer dizer?”, “será que o sinal vermelho não é alguém que está querend...” - e o sinal fechou de novo. O resumo de tudo é que não há significado FORA da realidade. Tentando achar algo assim ou você é atropelado ou não atravessa a rua nunca.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

A IGUALDADE DE OPORTUNIDADES É INERENTEMENTE TOTALITÁRIA

Trechos selecionados do capítulo "A IGUALDADE DE OPORTUNIDADES É INERENTEMENTE TOTALITÁRIA" do livro "EM DEFESA DO PRECONCEITO: A NECESSIDADE DE SE TER IDEIAS PRECONCEBIDAS", de THEODORE DALRYMPLE

Infelizmente, caso seja seriamente adotado e literalmente incorporado, esse ideal ["igualdade de oportunidade"] não será menos terrível, em suas implicações, do que a igualdade de resultados. 
(...)

Não dá pra negar que, grosso modo, os fatos relativos ao lugar, ao momento e às condições nos quais alguém nasceu exercem efeitos sobre a vida da pessoa, incluindo-se os caminhos escolhidos. Não daria para ser de outra maneira. Caracteriza-se como um dos grandes erros do pensamento social contemporâneo, ou ao menos aquele exemplificado nas políticas governamentais, eleger o aspecto material ou econômico como o mais importante no tocante ao ambiente no qual as crianças nascem, o qual será tido como o fator que mais influenciará nas chances de vida. A ausência de certas pertenças materiais é considerada como uma terrível privação, ao passo que a imundície moral e a instabilidade emocional são atribuídas somente à pobreza material. Dessa forma, a única solução apresentada será a melhoria das circunstâncias  materiais nas quais as crianças nascem, até se tornarem iguais.

Todavia, as pessoas que pensam dessa forma o fazem assim porque formularam a pergunta errada, ou porque olharam pelo lado errado do telescópio. Perguntam de onde vem a pobreza em vez de questionarem a procedência da riqueza. Da mesma forma, poderia ser perguntado como foi constituída a ignorância em relação à cirurgia cardíaca em vez de como foi gerado o conhecimento a seu respeito, como se a cirurgia cardíaca fosse uma atividade natural aos homens em seu estado mais primitivo. Ao pensar a pobreza como realidade intrigante, mais cedo ou mais tarde chegar-se-á à conclusão de que a pobreza é causada pela riqueza. (...)

Simplesmente não é plausível sugerir que o nosso sistema econômico, imperfeito como é, sem dúvida, se assenta sobre uma fundação de exploração e saque; no entanto, as chances de vida das pessoas são desiguais. Como isso se explica?

Na cidade britânica na qual trabalhava, havia o mais óbvio e evidente fato: os filhos de imigrantes sikhs e hindus prosperavam rapidamente na sociedade. (...) Por quê?

Eles tinham duas ou possivelmente três grandes vantagens vis-à-vis à população local. A primeira: dispunham de um forte preconceito coletivo favorável à importância da família. Esse preconceito, que estivera sob um acirrado e prolongado ataque ideológico no Ocidente, não mais existia entre os membros da população local. (...) Em geral, é muito mais fácil substituir um bom preconceito por um ruim, do que o contrário, e talvez isso ocorra (falo aqui como alguém desprovido de crenças religiosas) porque o coração do homem se inclina mais ao mal do que ao bem, mais à gula que à moderação, ao ódio do que ao amor, à preguiça e não à indústria, ao orgulho ao invés da modéstia, e assim por diante.

(...) Será necessário que as pessoas em questão também acreditem no valor  do esforço e da educação, e que vivam numa sociedade suficientemente aberta, de modo que os seus esforços educacionais possam triunfar sobre os obstáculos, tais como o preconceito de terceiros. (...)
Os brancos pobres tinham uma opinião diferente: viviam numa sociedade tão injusta e esclerosada que nada que fizessem poderia melhorar sua condição ou promovê-los para cima na escala social. (...) Não vou falar na natureza psicologicamente reconfortante de uma atitude ou crença como essa, ou como ela justifica e desculpa, por antecipação, o fracasso, permitindo que as pessoas encontrem acolhimento na ideia de que foram injustiçadas, e que as suas vidas teriam sido muito diferentes se tivessem mais sorte. (...)

Para quem acredita na injustiça da sociedade, será sempre possível apontar casos de mérito que não foram recompensados; da mesma forma, sempre será possível àqueles que creem no valor do esforço pessoal, apontar casos de triunfo mesmo diante das mais severas circunstâncias. É a visão de mundo que determina a escolha de evidências, não o oposto.

Agora, caso seja aceito que uma visão de mundo herdada ou preconcebida afeta aspectos importantes do comportamento, os quais por sua vez afetam as chances de vida de uma pessoa, tanto quanto ou até mais que do que sua posição inicial na escala econômica, os que realmente acreditam na igualdade de oportunidades concluirão que as visões de mundo também deverão ser equiparadas.  E a única forma possível de se fazer isso seria ao se garantir que nenhuma criança crescesse com preconceitos distintos daqueles herdados por qualquer outra criança; isso equivaleria instilar em todas as crianças não a ausência total de preconceitos, pois isso seria impossível, mas os MESMOS preconceitos. (...) A realização de uma completa igualdade de oportunidades, o que demandaria a eliminação dos preconceitos prejudiciais, necessitaria de uma ditadura totalitária mais terrivelmente pormenorizada do que qualquer outra já vista. (...)

Uma sociedade tão livre de preconceitos de modo que não seria permitido aos pais se preocuparem mais com o bem estar de seus próprios filhos do que com o de qualquer outra pessoa, e que realmente não sentissem essa preocupação, implicaria num horror que está além dos poderes de descrição. O preconceito é necessário para a manutenção da mais elementar decência.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Um relance de otimismo

Talvez pelo advento das redes sociais... Talvez pelo simples fato de haver ciclos naturais... Mas, desde muito tempo, me pareceu o primeiro Natal em que as mensagens e textões pró-família foram em maior número do que os irônicos ou detratores. Ou melhor, os pró-família ironizaram os irônicos. Sim, seu tio reaça também não tem prazer de jantar com um sobrinho esquedolóide. Mas sabe que isso é importante.

No tempo em que os diálogos imaginários do mundo virtual de esquerdistas utópicos são devidamente satirizados (vejam essa página!), o diálogo mais importante do Natal (esse real, juro!) continua sendo:
- Bença, vó!
- Deus te abençoe, meu filho.

Família é foda!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Política é...

A arte de priorizar... A arte de fazer o possível... A arte de negociar...
Ok, tudo lindo. Mas pra mim a síntese é: política é a arte de controlar narrativas.

Um amigo diz sobre a imprensa: ‘em todo assunto que manjo um pouquinho, consigo perceber que só sai bullshit na imprensa; o que me leva a crer que todo o resto – o que não manjo – também é bullshit’. Faz todo sentido.

Não quero demonizar a imprensa. O problema é justamente não ser só na imprensa: rodas de amigos, discussões em redes sociais, gente estudada... todos nós temos comprado a narrativa petista por 14~15 anos. E o Brasil não se livra do PT enquanto o PT controlar a narrativa.

Na próxima fanfic, na próxima reportagem do JN, na próxima justificativa que seu (ex)amigo compartilhar, pergunte-se ‘A quem interessa essa narrativa?’. A resposta é a mesma nos últimos 15 anos.